A lente toda aberta, f/1.4. O magenta é a luz do palco e a cor da marca. Abrir.
Identidade visual da edição 2027. Em 2026 era um ingresso por atividade; agora um passaporte abre seis experiências, e o evento chama também quem cria em casa. Esta tela é o key visual, a imagem que carrega a campanha inteira. Um novo evento, como você nunca viu: a grande virada agora se chama abertura.
30 e 31 de março de 2027Centro de Convenções Frei CanecaSão Paulo
Apresentação de identidade visual
Setembro de 2026 · Starty Design
01 Contexto
O maior evento de fotografia da América Latina muda de modelo: em 2026, um ingresso por atividade; em 2027, um passaporte e seis experiências. A marca evolui em vez de recomeçar: quem viu 2026 reconhece 2027 na hora.
O evento
A identidade
O público
02 Direção
Azul profundo à altura do maior evento de fotografia da América Latina. Logotipo empilhado para caber do crachá ao telão. Grão, a textura miúda que quebra o degradê, para a cor chegar como luz. Símbolo em matéria, a marca em vidro, papel e metal, para ela sair da tela: cada referência resolve uma coisa.

As fotos oficiais de 2026 já são escuras e coloridas: palco roxo, plateia no escuro, luzes de cor. A base parte daí, noite e azul profundo com uma luz por experiência, como o palco de 2026. O escuro faz a foto render e esconde o que o local não tem.
03 Conceito
Abertura é a luz que entra na lente. E é o que o evento fez: abriu a porta para mais gente.
O “O” de EXPO já era um diafragma, e abertura é o que o diafragma faz: regula a luz que entra. Um passaporte abre seis experiências. O conceito é a ideia que amarra todas as peças, e este cabe em uma palavra que o público de fotografia entende no ato. Dela sai o mote da campanha: a grande virada agora se chama abertura.
Arquitetura de marca: como as seis experiências se penduram na marca-mãe, em vez de virarem seis marcas soltas e caras de manter
Abrir
Palco Expo · a luz do palco
Disparar
Fotto Arena · o obturador em movimento
Gravar
Creator Hook · três segundos de gravação
Examinar
Leitura de Portfólio · o laço do curador
Ajustar
ISO Lab · a escala
Conectar
Feira de Negócios · o encaixe da lente
Um evento, uma lente, seis jeitos de olhar.
04 Marca-mãe
O diafragma continua. Agora ele abre.
Quem viu 2026 reconhece na hora: mesmo logotipo, mesmo diafragma no O. A marca sai sempre monocromática, uma cor só, sem degradê nem contorno: off-white sobre noite ou noite sobre off-white. E vai para o fornecedor em vetor, arquivo que amplia sem perder qualidade, do crachá ao telão. Assim ninguém inventa versão.







O símbolo em matéria · um material por experiência: a cor entra aqui, nunca no logotipo
A marca-mãe mudou pouco de propósito: reconhecimento é patrimônio. O ganho é de acabamento: proporção corrigida, área de proteção definida (o espaço vazio em volta da marca, para nada encostar nela), tamanho mínimo fechado (o menor corpo em que ela ainda se lê) e duas montagens do mesmo logotipo, empilhada para espaço alto e horizontal para largo. O símbolo agora funciona sozinho, e a caixa 20/27 entra como lockup: encaixe travado que ninguém remonta na mão.
05 Seis experiências
Cada experiência é um jeito de usar a mesma lente, e cada uma ganha seu lockup. A hierarquia, a ordem em que o olho lê a peça, é igual nas seis: nome em off-white ou noite, só o círculo leva o acento, a cor de apoio usada em pouca quantidade. A família se reconhece de longe e cada uma ainda tem cara própria.
A lente toda aberta, f/1.4. O magenta é a luz do palco e a cor da marca. Abrir.
Limão é a luz do ring light de quem grava no quarto; o anel marca os três segundos do gancho. Gravar.
A marca da Fotto entra intacta, na cor dela, travada no lockup com ARENA; o obturador se move fora da palavra. Respeitar a patrocinadora garante renovação. Disparar.
O anel é uma escala real de ISO. Azul é a cor da técnica: medir, ajustar, acertar. Ajustar.

A única impressa: papel, lápis rosa na folha de contato, o laço do curador. Examinar.
Ciano é o brilho do vidro da lente; o anel vira encaixe, duas peças que se conectam. Conectar.
06 Aplicações
Uma peça por ponto de contato, cada lugar onde o público encontra a marca: do post à credencial. Prontas para uso, com as fotos oficiais de 2026.
07 Fotografia
O key visual tem sempre o mesmo enquadramento: a pessoa nítida no centro, a marca em volta. O evento vende imagem e gente. Escuro e colorido, como no palco de 2026.
Fundo escuro faz qualquer foto render, em qualquer local. A luz vem na cor da experiência; a sombra é azul-noite, nunca preto. O HUD, os dados que aparecem no visor da câmera (ISO, abertura, obturador), fica nas bordas do enquadramento: de um a três por foto, nunca sobre o rosto. A hierarquia é sempre a mesma: pessoa, marca, dado. O rosto é o que vende.
08 Paleta
Como o palco de 2026: plateia no escuro, luz colorida. O contraste entre o fundo escuro e a luz saturada é o que faz a foto saltar. Um fundo de noite, uma luz por experiência.
Bases · vêm do palco de 2026
Luzes · cada uma é um acento, a cor de apoio usada em pouca quantidade: uma por experiência, sem virar arco-íris
Luz é o assunto do evento. Por isso a cor entra como luz: degradê, brilho ou reflexo, nunca fundo chapado. Na foto isso vira duotone, a imagem reduzida a duas cores: a luz da experiência sobre o azul-noite. A marca fica de fora e segue monocromática, uma cor só, sem degradê nem contorno. Só o rosa da Leitura é tinta: impresso, não aceso.
09 Tipografia
Uma regra fácil de repetir: caixa alta, tudo em maiúscula, no que grita; light em quem fala; mono no que mede.
Um passaporte.
Seis experiências.
Uma lente,
seis modos.
Nome da Palestrante
O encontro de fotógrafos e filmmakers que agora fala também com quem cria conteúdo.
Texto sempre claro sobre fundo escuro, ou escuro sobre papel. Nada de cinza médio: o texto de apoio é a mesma cor, mais transparente.
ISO 400 · f/1.8 · 1/250 · 24 FPS REC 00:00:00:00 → 00:00:03:00
As mesmas letras do site ao crachá: quem vê o post reconhece a credencial. Cada peça respeita o tamanho mínimo, o corpo abaixo do qual a letra deixa de ser legível. Quatro vozes, um só tom.
10 Camadas
Se escurecessem a foto, matariam o produto. Por isso a textura entra em modo screen, a mistura em que a camada só clareia e nunca escurece: cruzes e caracteres entram como luz e param antes do corpo e do rosto.
A textura é um meio-tom, imagem formada por pontos como no jornal impresso, só que feita de luz. Demonstração ao vivo sobre fotos oficiais de 2026: troque modo, foto e luz e veja a pessoa continuar 100% visível.
A foto nunca escurece.
Em volta da pessoa, não por cima.
Caracteres ou cruzes. Nunca os dois.
Off-white ou a luz da experiência.
Cada peça, um gesto só.
Vocabulário HUD · Os detalhes de câmera em volta da foto
A lista é fechada de propósito. Com oito desenhos, sempre no mesmo traço, qualquer fornecedor monta a peça sem inventar nada, e post, totem e crachá continuam parecendo da mesma marca. Um ou dois por foto, nunca sobre o rosto.
Quatro cantos em volta da foto. Marcam o assunto no post e na abertura do site.
Só em vídeo e no Creator Hook: mostra os 3 segundos antes de explicar.
ISO, abertura e obturador em uma linha. Fala direto com quem fotografa.
O retângulo que persegue o assunto em ação. Fica com a Fotto Arena.
As marcas da faca do impresso. Vêm da Leitura de Portfólio, para peças de papel.
Os terços do visor, pontilhados. Só em foto grande: site e telas do evento.
A escala de ISO, do 100 ao 6400. É o anel do ISO Lab aberto em linha reta.
Nome da experiência, número do frame ou medida em mono, sem ocupar espaço.
O pixel é a menor parte de uma imagem, e o evento fala com quem vive de imagem digital. Por isso o mesmo quadradinho das cruzes e dos caracteres desenha os detalhes do site e das telas: botões e abas com um canto cortado, palavras em destaque com degraus de pixel, divisórias, grade e xadrez em pontos do fundo, e bordas que dissolvem a foto na placa. Dá energia jovem para o público do Creator Hook sem parecer game.
Sempre superfície cheia, sem contorno fino: linhas finas somem no telão, engordam na impressão e dão cara de software. Placas, espaço e tipografia leem bem em qualquer suporte e custam menos para produzir. O que alinha tudo é o grid, a régua invisível de colunas que atravessa site, telas e impressos. Onde usar: site, telas do evento, credenciais e sinalização. Em peças com foto, só na borda, longe do rosto.
Ícone num quadrado de outro tom; canto inferior direito cortado em 45°.
Etiqueta mono com a ponta cortada; a de seção leva um quadrado na cor da experiência.
Seis experiências.
Agora se chama abertura.
Placa na luz da experiência com degraus de pixel nas bordas. Um destaque por título.
Do quarto ao palco: grave 3 segundos e apareça no telão.
Aba em cima, corpo com corte, filete de luz opcional. Substitui o card com borda, que some no telão.
Três fileiras de quadradinhos em ritmos diferentes; esmaece à direita. A versão curta marca rótulos.

Pé da foto em pixel na luz da experiência (ou na cor da placa); grade fina e xadrez só num ponto do fundo, nunca na página inteira.
Ela é um motor, e o motor está publicado. Quem for montar uma peça não precisa reproduzir a regra de memória: a regra está dentro da ferramenta, então a peça já sai certa.
expoimage.starty.design/motor
Frase de bolso
Um evento, uma lente, seis jeitos de olhar.